... o trabalho. E na realidade também as minhas férias. Não me importo de forma alguma sacrificar algumas pestanas, alguns quantos neurónios em prol do tempo que passo com os amigos. Na realidade sabe bastante bem.
Trata-se também do meu futuro e ter consciência disso é uma sensação devastadora... O peso da responsabilidade.
Eu não sei onde estarei daqui a quatro anos. Desenho mil e um futuros à minha frente, mas não sei ao certo que portas abrirei... que janelas se me apresentarão. Mas gosto de onde estou agora, gosto do que vejo em mim, nos outros... Espero que isso não mude tão cedo.
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